Introdução
Li em scan, mas poderia ter comprado a versão americana (se eu fosse rico), pois não tem diálogos escritos.
Um gibi esquecido dos bons.
Sinopse
Conforme explica o Blog do Neófito:
O Sistema narra, em três capítulos, uma história simples e complexa. Narra a história dos sistemas. Dos vários sistemas que nos cercam. Desde os mínimos sistemas de relações interações pessoais básicas, até os grandes sistemas políticos, sociais e econômicos que vigoram (e sempre vigorarão). E mais: que tudo é comandado pelo caos, somente. Quanto à arte, nos faz recordar o grafite (sim, o dos grafiteiros), e a técnica para produzir a HQ foi, realmente, a mesma que os grafiteiros usam nos muros alheios. Aliás, a presença de um garoto grafiteiro e ilustrador está sempre ali, nas páginas, para nos alertar disso.
A obra tem como núcleos principais uma dançarina e seu filho, um mendigo e seu cão, o policial corrupto, um traficante e seu irmão, um espião e mercenário industrial, o homem de negócios aético, a garota hacker, o jovem que todos os dias visita o pai no hospital, e, claro, os símbolos primevos dos grandes sistemas mundiais: as grandes corporações. São diversos microcosmos formando um macrocosmo. Mini sistemas sociais tecendo outros maiores.
Por que ler?
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| capa estrangeira |
- Porque é simplesmente genial e merecia uma reedição em capa dura
- Porque dá pra ler em 10 minutos, mas merecia uma releitura anual
- Porque mostra na sociedade contemporânea como estamos todos interligados, para bem ou para o mal.
Conclusão
Recomendo a leitura.
Poucas obras são tão belas e fluídas.
Grande abraço!
P.s.: se um dia tiver tempo, vou dar uma olhada nas outras obras do cara.
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- https://oquadroeorisco.com.br/2016/06/22/perolas-esquecidas-da-vertigo-parte-1/
- https://www.universodosleitores.com/2014/12/o-sistema-enriqueceu-arte-dos-quadrinhos.html
- https://www.blogdoneofito.com/2018/07/lendo-quadrinhos-em-o-sistema-de-peter.html
Resumo — O Sistema, de Peter Kuper
Resumo objetivo da obra, organizado em tópicos e subtópicos, com ideias principais, detalhes narrativos e referências.
A identificação da obra aponta para O Sistema, de Peter Kuper, publicado originalmente como minissérie The System #1–3 pela DC/Vertigo, entre maio e julho de 1996, e lançado no Brasil pela Abril em 1998, com 100 páginas. A edição brasileira recente da Editora Monstra tem 120 páginas. Como a humanidade conseguiu transformar até dados editoriais em caça ao tesouro, usei fontes públicas de catálogo e resenhas para não inventar cena inexistente.
1. Estrutura geral da obra
- O Sistema é uma história em quadrinhos muda, construída praticamente sem diálogos ou recordatórios.
- A narrativa avança por imagens, transições visuais, placas, jornais, televisões, letreiros urbanos e elementos gráficos espalhados pela cidade.
- A obra é organizada em três capítulos, nos quais várias vidas se cruzam dentro de uma grande metrópole, apresentada como um organismo social cheio de fluxos, choques, crimes e coincidências.
2. O “sistema” como rede de relações
- O título O Sistema não se refere a uma única instituição isolada, mas a uma rede de relações pessoais, relações sociais, relações econômicas, relações políticas e relações criminosas.
- A obra mostra que ações aparentemente pequenas podem produzir efeitos em outras vidas.
- A cidade funciona como uma engrenagem: um ato gera outro, um personagem cruza com outro, uma tragédia individual se liga a outra estrutura maior.
- O “sistema” aparece como algo impessoal, mas feito de pessoas concretas: policiais, empresários, criminosos, artistas, trabalhadores, pobres, ricos e marginalizados.
3. Ambiente urbano
- A ação se passa em Nova York, mas a cidade é tratada como modelo de grande centro urbano.
- O espaço urbano aparece por meio de:
- metrôs;
- ruas;
- bares;
- clubes noturnos;
- escritórios;
- televisões;
- jornais;
- fachadas;
- grafites;
- ambientes de crime e exploração.
- A cidade não é apenas cenário: ela participa da narrativa como uma máquina que aproxima e esmaga seus personagens.
4. Principais núcleos narrativos
- A obra acompanha vários personagens, entre eles:
- uma dançarina / stripper e seu filho;
- um mendigo e seu cão;
- um policial corrupto;
- um traficante e seu irmão;
- um espião industrial;
- um homem de negócios antiético;
- uma hacker;
- um detetive;
- um assassino em série;
- um bombardeador / terrorista mercenário;
- executivos, motoristas, pessoas em situação de rua e outros habitantes da cidade.
5. A dançarina e a exploração urbana
- A dançarina / stripper aparece como uma figura de trabalho, exposição e vulnerabilidade.
- Sua presença liga o mundo do entretenimento adulto ao mundo da violência urbana.
- A narrativa envolve a ameaça de um assassino em série que persegue ou mata strippers.
- Esse núcleo mostra a ligação entre exploração sexual, violência, marginalização e indiferença social.
- A obra não apresenta esse drama por longas falas explicativas, mas por situações visuais encadeadas.
6. O policial corrupto
- O policial corrupto representa a degradação de uma instituição que deveria proteger.
- Ele aparece ligado a negócios sujos, extorsão, abuso de poder e contato com criminosos.
- A violência policial e a corrupção institucional fazem parte do mesmo sistema que deveria combater o crime.
- Em vez de separar “lei” e “crime”, a obra mostra como os dois campos podem se misturar.
7. O crime e o tráfico
- O núcleo do traficante e de seu irmão mostra personagens envolvidos em circuitos de crime, sobrevivência e risco.
- O tráfico aparece como parte de uma economia subterrânea.
- A obra não isola o crime como simples escolha individual: ele surge conectado à pobreza, à polícia corrupta, à rua e aos interesses maiores da cidade.
- A criminalidade comum é colocada lado a lado com crimes de alto nível, como corrupção empresarial e manipulação política.
8. O mendigo e o cão
- O mendigo e seu cão representam a camada mais vulnerável da cidade.
- Sua presença lembra que o sistema também inclui quem foi descartado por ele.
- O personagem circula pelas margens, mas suas ações e descobertas também se conectam ao restante da narrativa.
- O núcleo do mendigo reforça a ideia de que ninguém está completamente fora do sistema, nem mesmo quem parece invisível.
9. O empresário antiético e o mundo corporativo
- O homem de negócios antiético e o espião industrial representam o sistema econômico formal.
- A obra mostra disputas empresariais, interesses financeiros e estratégias de tomada de poder.
- As corporações Maxxon e SyCo aparecem em disputa, com elementos de competição empresarial e manipulação.
- Esse núcleo liga o crime de rua ao crime de escritório, essa adorável simetria humana em que o terno só melhora a embalagem do problema.
10. Política, escândalo e eleição presidencial
- A obra também inclui uma eleição presidencial como pano de fundo.
- A disputa política é acompanhada por noticiários, jornais e outros sinais midiáticos.
- O enredo envolve um escândalo político prestes a explodir.
- A política aparece como parte da mesma engrenagem que une dinheiro, mídia, corporações, violência e manipulação.
- A corrida presidencial se desestabiliza à medida que os conflitos sociais e criminais avançam.
11. O assassino em série
- O assassino em série é um dos elementos de tensão da obra.
- Ele está ligado aos assassinatos de mulheres, especialmente strippers.
- O detetive tenta reconstruir o padrão dos crimes.
- A investigação policial se mistura a outros acontecimentos da cidade, como escândalos, protestos, corrupção e disputas empresariais.
- O assassino funciona como uma expressão extrema da violência que atravessa o ambiente urbano.
12. O bombardeador e a ameaça final
- A narrativa inclui um bombardeador mercenário preparando uma ação explosiva.
- A bomba funciona como ameaça concreta e como símbolo de colapso.
- O tempo do explosivo avança enquanto outras histórias também se aproximam do clímax.
- No terceiro capítulo, os laços entre os personagens se apertam, e a estrutura de coincidências passa a parecer uma armadilha.
13. Protestos e reação coletiva
- A obra inclui um pequeno grupo de manifestantes.
- Esses personagens aparecem no clímax como força capaz de afetar a ordem geral.
- A presença dos protestos liga a narrativa individual ao campo político e social.
- O protesto sugere que o sistema pode ser enfrentado, mas a obra não apresenta uma saída simples ou confortável.
- A crítica social permanece marcada por ambiguidade: tudo está conectado, mas ninguém controla completamente tudo.
14. Narrativa sem palavras
- A ausência de diálogos obriga o leitor a acompanhar:
- expressões faciais;
- gestos;
- movimentos;
- objetos;
- recortes de jornal;
- telas de televisão;
- placas;
- mudanças de enquadramento;
- repetições visuais.
- A obra usa o encadeamento visual para passar de uma cena a outra.
- Uma imagem pode conduzir a outra por semelhança de forma, movimento ou tema.
- Essa técnica cria a impressão de plano-sequência, como se a câmera atravessasse a cidade e saltasse entre vidas diferentes.
15. Técnica visual
- Peter Kuper usa uma estética ligada a stencil, spray, pintura, colagem, aquarela, bico de pena e outras técnicas.
- O resultado visual lembra grafite urbano e arte de rua.
- A técnica reforça o ambiente da cidade: duro, fragmentado, colorido, sujo, político e saturado de sinais.
- A arte não funciona apenas como ilustração, mas como linguagem principal da obra.
16. Repetições relevantes
- A obra repete a ideia de conexão:
- pessoas se cruzam sem perceber;
- um objeto muda de mãos;
- uma notícia afeta diferentes personagens;
- um crime atinge mais de uma esfera social;
- um espaço urbano conecta ricos e pobres.
- Também se repete a ideia de causa e consequência:
- cada ação produz reação;
- cada personagem é afetado por forças maiores;
- cada gesto parece pequeno, mas participa de uma cadeia maior.
- A repetição de imagens urbanas cria a sensação de que a cidade é um circuito fechado.
17. Detalhes acessórios e observações explicativas
- A obra não separa rigidamente crime, política, mídia, sexo, dinheiro, polícia, rua e corporação.
- O enredo mostra que todos esses campos se misturam.
- Os personagens não precisam explicar o sistema: suas ações mostram como ele opera.
- A narrativa visual exige leitura atenta, porque informações importantes aparecem em elementos secundários, como jornais, placas e televisões.
- O leitor acompanha uma rede de acontecimentos, não uma única linha narrativa simples.
- O efeito geral é de drama social urbano, com crítica à desigualdade, à exploração e à violência estrutural.
Principais Idéias
- Tudo está conectado: vidas aparentemente separadas se cruzam dentro da cidade.
- O sistema é social, político e econômico: ele envolve relações pessoais, corporações, polícia, mídia, crime e política.
- A cidade funciona como organismo: ruas, metrôs, clubes, escritórios e jornais formam uma rede viva de ações e consequências.
- A ausência de diálogos reforça a força das imagens: a narrativa depende de composição visual, ritmo, placas, jornais e televisões.
- A corrupção aparece em vários níveis: existe corrupção policial, empresarial, política e social.
- A violência não é isolada: assassinatos, exploração, racismo, tráfico e terrorismo fazem parte de uma mesma engrenagem urbana.
- Os personagens são agentes e vítimas: cada um age dentro do sistema, mas também é conduzido por ele.
- A obra critica a desigualdade urbana: pobres, marginalizados e explorados aparecem lado a lado com empresários, políticos e instituições.
- O caos parece comandar a narrativa: embora tudo se conecte, a ordem final não é moralmente limpa nem totalmente controlável.
- A linguagem dos quadrinhos é central: Peter Kuper constrói sentido por transições, repetições, enquadramentos e relações visuais.
Referências
Obra principal
- O Sistema — 1998, Peter Kuper; edição brasileira publicada pela Abril, em português brasileiro, com 100 páginas.
- The System — 1996, Peter Kuper; minissérie original em três edições, publicada pela DC/Vertigo entre maio e julho de 1996.
- O Sistema — 2023/2024, Peter Kuper; edição brasileira da Editora Monstra, com 120 páginas.
Autor
- Peter Kuper — autor, roteirista e artista de O Sistema.
- Peter Kupper — grafia incorreta encontrada em alguns cadastros comerciais brasileiros, mas o autor é Peter Kuper. Pequena vitória da ortografia contra o caos, por enquanto.
Editoras, selos e instituições
- DC Comics — editora original.
- Vertigo — selo adulto da DC.
- Vertigo Vérité — linha/selo associado à publicação original.
- Abril / Editora Abril — edição brasileira de 1998.
- Editora Monstra — edição brasileira recente.
- MAD Magazine — revista associada à trajetória de Peter Kuper.
- World War 3 Illustrated — revista política cofundada por Peter Kuper.
Personagens e tipos sociais mencionados
- Dançarina / stripper.
- Filho da dançarina.
- Mendigo.
- Cão do mendigo.
- Policial corrupto.
- Traficante.
- Irmão do traficante.
- Espião industrial.
- Homem de negócios antiético.
- Hacker.
- Detetive.
- Assassino em série.
- Bombardeador / terrorista mercenário.
- Executivos.
- Motoristas.
- Pessoas em situação de rua.
- Manifestantes.
Lugares e ambientes
- Nova York.
- Metrô.
- Ruas urbanas.
- Clubes noturnos.
- Escritórios corporativos.
- Ambientes policiais.
- Espaços de mídia, como jornais e televisão.
- Espaços de marginalização urbana.
Conceitos fundamentais
- Sistema.
- Rede social urbana.
- Causa e consequência.
- Quadrinho mudo.
- Narrativa gráfica.
- Plano-sequência visual.
- Metonímia visual.
- Corrupção policial.
- Corrupção empresarial.
- Escândalo político.
- Eleição presidencial.
- Exploração urbana.
- Desigualdade social.
- Violência estrutural.
- Crime organizado / crime urbano.
- Capitalismo urbano.
- Mídia e espetáculo.
- Caos social.
- Interdependência humana.
Eventos narrativos mencionados
- Assassinatos de strippers.
- Investigação do detetive.
- Extorsão feita por policial corrupto.
- Disputa entre corporações.
- Escândalo político durante eleição presidencial.
- Conflito racial com reação pública.
- Preparação de uma bomba.
- Ação de manifestantes no clímax.
- Entrelaçamento final dos núcleos narrativos.
Trilha sonora
- Nenhuma trilha sonora própria identificada.
- Por se tratar de uma HQ, a obra não possui trilha musical oficial; a sensação sonora vem de imagens urbanas como metrô, sirenes, televisões, ruas e noticiários.
Obras semelhantes — quadrinhos
- Flood! A Novel in Pictures — 1992, Eric Drooker; quadrinho mudo urbano, de crítica social e visual expressionista.
- A Contract with God / Um Contrato com Deus — 1978, Will Eisner; graphic novel urbana sobre vidas marcadas por destino, pobreza e comunidade.
- Avenida Dropsie — 1995, Will Eisner; narrativa sobre transformação urbana, comunidade e relações sociais.
- Maus — 1980–1991, Art Spiegelman; HQ adulta, histórica e social, publicada em português.
- Palestina — 1993–1995, Joe Sacco; jornalismo em quadrinhos, publicado em português.
- O Edifício — 1987, Will Eisner; histórias conectadas por espaço urbano.
- Aqui — 2014, Richard McGuire; HQ sobre tempo, espaço e continuidade visual, publicada em português.
- Ruínas — 2015, Peter Kuper; quadrinho de viagem, política e transformação social, publicado em português.
- A Metamorfose — adaptação em quadrinhos de Peter Kuper da obra de Franz Kafka, publicada em português.
- Desista! e Outras Histórias de Franz Kafka — 1995/2008, Peter Kuper / Franz Kafka; adaptação em quadrinhos publicada em português.
Obras semelhantes — livros
- A Metrópole e a Vida Mental — 1903, Georg Simmel; ensaio sobre vida urbana e experiência moderna.
- O Processo — 1925, Franz Kafka; romance sobre indivíduo esmagado por estruturas impessoais.
- 1984 — 1949, George Orwell; romance sobre controle político e social.
- Admirável Mundo Novo — 1932, Aldous Huxley; romance sobre sistema social, condicionamento e controle.
- A Selva — 1906, Upton Sinclair; romance social sobre exploração, indústria e capitalismo, adaptado por Peter Kuper em quadrinhos.
Obras semelhantes — filmes
- Tempos Modernos — 1936, Charles Chaplin; crítica visual à máquina industrial e ao trabalhador esmagado pelo sistema.
- Taxi Driver — 1976, Martin Scorsese; drama urbano sobre solidão, violência e degradação social.
- Rede de Intrigas — 1976, Sidney Lumet; crítica à mídia, ao poder econômico e à manipulação social.
- Faça a Coisa Certa — 1989, Spike Lee; conflito racial e tensão urbana.
- Magnólia — 1999, Paul Thomas Anderson; vidas interligadas por coincidências, culpa e eventos em cadeia.
- Crash — No Limite — 2004, Paul Haggis; várias vidas cruzadas em ambiente urbano, com tensão racial e social.
- Babel — 2006, Alejandro González Iñárritu; narrativa de conexões entre ações distantes e consequências sociais.
Obras semelhantes — animações
- Metrópolis — 2001, Rintaro, baseado em Osamu Tezuka; cidade, desigualdade, tecnologia e poder.
- Akira — 1988, Katsuhiro Otomo; colapso urbano, política, violência e juventude marginalizada.
- Tokyo Godfathers — 2003, Satoshi Kon; personagens marginalizados em ambiente urbano, com encontros e coincidências.
- Animatrix — 2003, vários diretores; antologia ligada à ideia de sistema, controle e realidade mediada.
Texto formatado para publicação em Blogger, com fundo fixo #FFF2CC, títulos em Georgia/Merriweather e corpo em Georgia/Times New Roman.




Ele parece caricato e ao mesmo tempo sério. Tipo uma sequência de charges (da seção de política de jornais) mas com um timbre mais pesado. Gostei.
ResponderExcluiré bem legal e dá pra ler em 30 minutos
Excluirabs!
Putz! Tenho esse gibi até hoje, em ótimo estado, costurado numa encadernação particular!!!
ResponderExcluirFazer uma trama assim, extensa e bem amarrada, sem balões e recordatórios, é para poucos. Isso daí merece o Louvre!
ResponderExcluirverdade, o cara merceia ser mais valorizado
Excluirmuito melhor que 995 do que vem sendo publicado.
Indicando aqui: https://www.xn--blogdonefito-7hb.com/2018/07/lendo-quadrinhos-em-o-sistema-de-peter.html
ResponderExcluirvaleu pelo link!
ExcluirCara, 5 contos...
ResponderExcluiro sebo não tinha noção do valor dessa hq.
Excluirsorte minha
abs!