17 de junho de 2026

[Gibi] O Sistema (1998)



Introdução



Li em scan, mas poderia ter comprado a versão americana (se eu fosse rico), pois não tem diálogos escritos.

Um gibi esquecido dos bons.


custou 5 reais em 2022
 numa feira de livros.


Sinopse


Conforme explica o Blog do Neófito:

O Sistema narra, em três capítulos, uma história simples e complexa. Narra a história dos sistemas. Dos vários sistemas que nos cercam. Desde os mínimos sistemas de relações interações pessoais básicas, até os grandes sistemas políticos, sociais e econômicos que vigoram (e sempre vigorarão). E mais: que tudo é comandado pelo caos, somente. Quanto à arte, nos faz recordar o grafite (sim, o dos grafiteiros), e a técnica para produzir a HQ foi, realmente, a mesma que os grafiteiros usam nos muros alheios. Aliás, a presença de um garoto grafiteiro e ilustrador está sempre ali, nas páginas, para nos alertar disso.

A obra tem como núcleos principais uma dançarina e seu filho, um mendigo e seu cão, o policial corrupto, um traficante e seu irmão, um espião e mercenário industrial, o homem de negócios aético, a garota hacker, o jovem que todos os dias visita o pai no hospital, e, claro, os símbolos primevos dos grandes sistemas mundiais: as grandes corporações. São diversos microcosmos formando um macrocosmo. Mini sistemas sociais tecendo outros maiores.

Por que ler?

capa estrangeira
  • Porque é simplesmente genial e merecia uma reedição em capa dura
  • Porque dá pra ler em 10 minutos, mas merecia uma releitura anual
  • Porque mostra na sociedade contemporânea como estamos todos interligados, para bem ou para o mal.


Conclusão


Recomendo a leitura.

Poucas obras são tão belas e fluídas.

Grande abraço!


P.s.: se um dia tiver tempo, vou dar uma olhada nas outras obras do cara.




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  • https://oquadroeorisco.com.br/2016/06/22/perolas-esquecidas-da-vertigo-parte-1/
  • https://www.universodosleitores.com/2014/12/o-sistema-enriqueceu-arte-dos-quadrinhos.html
  • https://www.blogdoneofito.com/2018/07/lendo-quadrinhos-em-o-sistema-de-peter.html
```html

Resumo — O Sistema, de Peter Kuper

Resumo objetivo da obra, organizado em tópicos e subtópicos, com ideias principais, detalhes narrativos e referências.

A identificação da obra aponta para O Sistema, de Peter Kuper, publicado originalmente como minissérie The System #1–3 pela DC/Vertigo, entre maio e julho de 1996, e lançado no Brasil pela Abril em 1998, com 100 páginas. A edição brasileira recente da Editora Monstra tem 120 páginas. Como a humanidade conseguiu transformar até dados editoriais em caça ao tesouro, usei fontes públicas de catálogo e resenhas para não inventar cena inexistente.

1. Estrutura geral da obra

  • O Sistema é uma história em quadrinhos muda, construída praticamente sem diálogos ou recordatórios.
  • A narrativa avança por imagens, transições visuais, placas, jornais, televisões, letreiros urbanos e elementos gráficos espalhados pela cidade.
  • A obra é organizada em três capítulos, nos quais várias vidas se cruzam dentro de uma grande metrópole, apresentada como um organismo social cheio de fluxos, choques, crimes e coincidências.

2. O “sistema” como rede de relações

  • O título O Sistema não se refere a uma única instituição isolada, mas a uma rede de relações pessoais, relações sociais, relações econômicas, relações políticas e relações criminosas.
  • A obra mostra que ações aparentemente pequenas podem produzir efeitos em outras vidas.
  • A cidade funciona como uma engrenagem: um ato gera outro, um personagem cruza com outro, uma tragédia individual se liga a outra estrutura maior.
  • O “sistema” aparece como algo impessoal, mas feito de pessoas concretas: policiais, empresários, criminosos, artistas, trabalhadores, pobres, ricos e marginalizados.

3. Ambiente urbano

  • A ação se passa em Nova York, mas a cidade é tratada como modelo de grande centro urbano.
  • O espaço urbano aparece por meio de:
    • metrôs;
    • ruas;
    • bares;
    • clubes noturnos;
    • escritórios;
    • televisões;
    • jornais;
    • fachadas;
    • grafites;
    • ambientes de crime e exploração.
  • A cidade não é apenas cenário: ela participa da narrativa como uma máquina que aproxima e esmaga seus personagens.

4. Principais núcleos narrativos

  • A obra acompanha vários personagens, entre eles:
    • uma dançarina / stripper e seu filho;
    • um mendigo e seu cão;
    • um policial corrupto;
    • um traficante e seu irmão;
    • um espião industrial;
    • um homem de negócios antiético;
    • uma hacker;
    • um detetive;
    • um assassino em série;
    • um bombardeador / terrorista mercenário;
    • executivos, motoristas, pessoas em situação de rua e outros habitantes da cidade.

5. A dançarina e a exploração urbana

  • A dançarina / stripper aparece como uma figura de trabalho, exposição e vulnerabilidade.
  • Sua presença liga o mundo do entretenimento adulto ao mundo da violência urbana.
  • A narrativa envolve a ameaça de um assassino em série que persegue ou mata strippers.
  • Esse núcleo mostra a ligação entre exploração sexual, violência, marginalização e indiferença social.
  • A obra não apresenta esse drama por longas falas explicativas, mas por situações visuais encadeadas.

6. O policial corrupto

  • O policial corrupto representa a degradação de uma instituição que deveria proteger.
  • Ele aparece ligado a negócios sujos, extorsão, abuso de poder e contato com criminosos.
  • A violência policial e a corrupção institucional fazem parte do mesmo sistema que deveria combater o crime.
  • Em vez de separar “lei” e “crime”, a obra mostra como os dois campos podem se misturar.

7. O crime e o tráfico

  • O núcleo do traficante e de seu irmão mostra personagens envolvidos em circuitos de crime, sobrevivência e risco.
  • O tráfico aparece como parte de uma economia subterrânea.
  • A obra não isola o crime como simples escolha individual: ele surge conectado à pobreza, à polícia corrupta, à rua e aos interesses maiores da cidade.
  • A criminalidade comum é colocada lado a lado com crimes de alto nível, como corrupção empresarial e manipulação política.

8. O mendigo e o cão

  • O mendigo e seu cão representam a camada mais vulnerável da cidade.
  • Sua presença lembra que o sistema também inclui quem foi descartado por ele.
  • O personagem circula pelas margens, mas suas ações e descobertas também se conectam ao restante da narrativa.
  • O núcleo do mendigo reforça a ideia de que ninguém está completamente fora do sistema, nem mesmo quem parece invisível.

9. O empresário antiético e o mundo corporativo

  • O homem de negócios antiético e o espião industrial representam o sistema econômico formal.
  • A obra mostra disputas empresariais, interesses financeiros e estratégias de tomada de poder.
  • As corporações Maxxon e SyCo aparecem em disputa, com elementos de competição empresarial e manipulação.
  • Esse núcleo liga o crime de rua ao crime de escritório, essa adorável simetria humana em que o terno só melhora a embalagem do problema.

10. Política, escândalo e eleição presidencial

  • A obra também inclui uma eleição presidencial como pano de fundo.
  • A disputa política é acompanhada por noticiários, jornais e outros sinais midiáticos.
  • O enredo envolve um escândalo político prestes a explodir.
  • A política aparece como parte da mesma engrenagem que une dinheiro, mídia, corporações, violência e manipulação.
  • A corrida presidencial se desestabiliza à medida que os conflitos sociais e criminais avançam.

11. O assassino em série

  • O assassino em série é um dos elementos de tensão da obra.
  • Ele está ligado aos assassinatos de mulheres, especialmente strippers.
  • O detetive tenta reconstruir o padrão dos crimes.
  • A investigação policial se mistura a outros acontecimentos da cidade, como escândalos, protestos, corrupção e disputas empresariais.
  • O assassino funciona como uma expressão extrema da violência que atravessa o ambiente urbano.

12. O bombardeador e a ameaça final

  • A narrativa inclui um bombardeador mercenário preparando uma ação explosiva.
  • A bomba funciona como ameaça concreta e como símbolo de colapso.
  • O tempo do explosivo avança enquanto outras histórias também se aproximam do clímax.
  • No terceiro capítulo, os laços entre os personagens se apertam, e a estrutura de coincidências passa a parecer uma armadilha.

13. Protestos e reação coletiva

  • A obra inclui um pequeno grupo de manifestantes.
  • Esses personagens aparecem no clímax como força capaz de afetar a ordem geral.
  • A presença dos protestos liga a narrativa individual ao campo político e social.
  • O protesto sugere que o sistema pode ser enfrentado, mas a obra não apresenta uma saída simples ou confortável.
  • A crítica social permanece marcada por ambiguidade: tudo está conectado, mas ninguém controla completamente tudo.

14. Narrativa sem palavras

  • A ausência de diálogos obriga o leitor a acompanhar:
    • expressões faciais;
    • gestos;
    • movimentos;
    • objetos;
    • recortes de jornal;
    • telas de televisão;
    • placas;
    • mudanças de enquadramento;
    • repetições visuais.
  • A obra usa o encadeamento visual para passar de uma cena a outra.
  • Uma imagem pode conduzir a outra por semelhança de forma, movimento ou tema.
  • Essa técnica cria a impressão de plano-sequência, como se a câmera atravessasse a cidade e saltasse entre vidas diferentes.

15. Técnica visual

  • Peter Kuper usa uma estética ligada a stencil, spray, pintura, colagem, aquarela, bico de pena e outras técnicas.
  • O resultado visual lembra grafite urbano e arte de rua.
  • A técnica reforça o ambiente da cidade: duro, fragmentado, colorido, sujo, político e saturado de sinais.
  • A arte não funciona apenas como ilustração, mas como linguagem principal da obra.

16. Repetições relevantes

  • A obra repete a ideia de conexão:
    • pessoas se cruzam sem perceber;
    • um objeto muda de mãos;
    • uma notícia afeta diferentes personagens;
    • um crime atinge mais de uma esfera social;
    • um espaço urbano conecta ricos e pobres.
  • Também se repete a ideia de causa e consequência:
    • cada ação produz reação;
    • cada personagem é afetado por forças maiores;
    • cada gesto parece pequeno, mas participa de uma cadeia maior.
  • A repetição de imagens urbanas cria a sensação de que a cidade é um circuito fechado.

17. Detalhes acessórios e observações explicativas

  • A obra não separa rigidamente crime, política, mídia, sexo, dinheiro, polícia, rua e corporação.
  • O enredo mostra que todos esses campos se misturam.
  • Os personagens não precisam explicar o sistema: suas ações mostram como ele opera.
  • A narrativa visual exige leitura atenta, porque informações importantes aparecem em elementos secundários, como jornais, placas e televisões.
  • O leitor acompanha uma rede de acontecimentos, não uma única linha narrativa simples.
  • O efeito geral é de drama social urbano, com crítica à desigualdade, à exploração e à violência estrutural.

Principais Idéias

  • Tudo está conectado: vidas aparentemente separadas se cruzam dentro da cidade.
  • O sistema é social, político e econômico: ele envolve relações pessoais, corporações, polícia, mídia, crime e política.
  • A cidade funciona como organismo: ruas, metrôs, clubes, escritórios e jornais formam uma rede viva de ações e consequências.
  • A ausência de diálogos reforça a força das imagens: a narrativa depende de composição visual, ritmo, placas, jornais e televisões.
  • A corrupção aparece em vários níveis: existe corrupção policial, empresarial, política e social.
  • A violência não é isolada: assassinatos, exploração, racismo, tráfico e terrorismo fazem parte de uma mesma engrenagem urbana.
  • Os personagens são agentes e vítimas: cada um age dentro do sistema, mas também é conduzido por ele.
  • A obra critica a desigualdade urbana: pobres, marginalizados e explorados aparecem lado a lado com empresários, políticos e instituições.
  • O caos parece comandar a narrativa: embora tudo se conecte, a ordem final não é moralmente limpa nem totalmente controlável.
  • A linguagem dos quadrinhos é central: Peter Kuper constrói sentido por transições, repetições, enquadramentos e relações visuais.

Referências

Obra principal

  • O Sistema — 1998, Peter Kuper; edição brasileira publicada pela Abril, em português brasileiro, com 100 páginas.
  • The System — 1996, Peter Kuper; minissérie original em três edições, publicada pela DC/Vertigo entre maio e julho de 1996.
  • O Sistema — 2023/2024, Peter Kuper; edição brasileira da Editora Monstra, com 120 páginas.

Autor

  • Peter Kuper — autor, roteirista e artista de O Sistema.
  • Peter Kupper — grafia incorreta encontrada em alguns cadastros comerciais brasileiros, mas o autor é Peter Kuper. Pequena vitória da ortografia contra o caos, por enquanto.

Editoras, selos e instituições

  • DC Comics — editora original.
  • Vertigo — selo adulto da DC.
  • Vertigo Vérité — linha/selo associado à publicação original.
  • Abril / Editora Abril — edição brasileira de 1998.
  • Editora Monstra — edição brasileira recente.
  • MAD Magazine — revista associada à trajetória de Peter Kuper.
  • World War 3 Illustrated — revista política cofundada por Peter Kuper.

Personagens e tipos sociais mencionados

  • Dançarina / stripper.
  • Filho da dançarina.
  • Mendigo.
  • Cão do mendigo.
  • Policial corrupto.
  • Traficante.
  • Irmão do traficante.
  • Espião industrial.
  • Homem de negócios antiético.
  • Hacker.
  • Detetive.
  • Assassino em série.
  • Bombardeador / terrorista mercenário.
  • Executivos.
  • Motoristas.
  • Pessoas em situação de rua.
  • Manifestantes.

Lugares e ambientes

  • Nova York.
  • Metrô.
  • Ruas urbanas.
  • Clubes noturnos.
  • Escritórios corporativos.
  • Ambientes policiais.
  • Espaços de mídia, como jornais e televisão.
  • Espaços de marginalização urbana.

Conceitos fundamentais

  • Sistema.
  • Rede social urbana.
  • Causa e consequência.
  • Quadrinho mudo.
  • Narrativa gráfica.
  • Plano-sequência visual.
  • Metonímia visual.
  • Corrupção policial.
  • Corrupção empresarial.
  • Escândalo político.
  • Eleição presidencial.
  • Exploração urbana.
  • Desigualdade social.
  • Violência estrutural.
  • Crime organizado / crime urbano.
  • Capitalismo urbano.
  • Mídia e espetáculo.
  • Caos social.
  • Interdependência humana.

Eventos narrativos mencionados

  • Assassinatos de strippers.
  • Investigação do detetive.
  • Extorsão feita por policial corrupto.
  • Disputa entre corporações.
  • Escândalo político durante eleição presidencial.
  • Conflito racial com reação pública.
  • Preparação de uma bomba.
  • Ação de manifestantes no clímax.
  • Entrelaçamento final dos núcleos narrativos.

Trilha sonora

  • Nenhuma trilha sonora própria identificada.
  • Por se tratar de uma HQ, a obra não possui trilha musical oficial; a sensação sonora vem de imagens urbanas como metrô, sirenes, televisões, ruas e noticiários.

Obras semelhantes — quadrinhos

  • Flood! A Novel in Pictures — 1992, Eric Drooker; quadrinho mudo urbano, de crítica social e visual expressionista.
  • A Contract with God / Um Contrato com Deus — 1978, Will Eisner; graphic novel urbana sobre vidas marcadas por destino, pobreza e comunidade.
  • Avenida Dropsie — 1995, Will Eisner; narrativa sobre transformação urbana, comunidade e relações sociais.
  • Maus — 1980–1991, Art Spiegelman; HQ adulta, histórica e social, publicada em português.
  • Palestina — 1993–1995, Joe Sacco; jornalismo em quadrinhos, publicado em português.
  • O Edifício — 1987, Will Eisner; histórias conectadas por espaço urbano.
  • Aqui — 2014, Richard McGuire; HQ sobre tempo, espaço e continuidade visual, publicada em português.
  • Ruínas — 2015, Peter Kuper; quadrinho de viagem, política e transformação social, publicado em português.
  • A Metamorfose — adaptação em quadrinhos de Peter Kuper da obra de Franz Kafka, publicada em português.
  • Desista! e Outras Histórias de Franz Kafka — 1995/2008, Peter Kuper / Franz Kafka; adaptação em quadrinhos publicada em português.

Obras semelhantes — livros

  • A Metrópole e a Vida Mental — 1903, Georg Simmel; ensaio sobre vida urbana e experiência moderna.
  • O Processo — 1925, Franz Kafka; romance sobre indivíduo esmagado por estruturas impessoais.
  • 1984 — 1949, George Orwell; romance sobre controle político e social.
  • Admirável Mundo Novo — 1932, Aldous Huxley; romance sobre sistema social, condicionamento e controle.
  • A Selva — 1906, Upton Sinclair; romance social sobre exploração, indústria e capitalismo, adaptado por Peter Kuper em quadrinhos.

Obras semelhantes — filmes

  • Tempos Modernos — 1936, Charles Chaplin; crítica visual à máquina industrial e ao trabalhador esmagado pelo sistema.
  • Taxi Driver — 1976, Martin Scorsese; drama urbano sobre solidão, violência e degradação social.
  • Rede de Intrigas — 1976, Sidney Lumet; crítica à mídia, ao poder econômico e à manipulação social.
  • Faça a Coisa Certa — 1989, Spike Lee; conflito racial e tensão urbana.
  • Magnólia — 1999, Paul Thomas Anderson; vidas interligadas por coincidências, culpa e eventos em cadeia.
  • Crash — No Limite — 2004, Paul Haggis; várias vidas cruzadas em ambiente urbano, com tensão racial e social.
  • Babel — 2006, Alejandro González Iñárritu; narrativa de conexões entre ações distantes e consequências sociais.

Obras semelhantes — animações

  • Metrópolis — 2001, Rintaro, baseado em Osamu Tezuka; cidade, desigualdade, tecnologia e poder.
  • Akira — 1988, Katsuhiro Otomo; colapso urbano, política, violência e juventude marginalizada.
  • Tokyo Godfathers — 2003, Satoshi Kon; personagens marginalizados em ambiente urbano, com encontros e coincidências.
  • Animatrix — 2003, vários diretores; antologia ligada à ideia de sistema, controle e realidade mediada.

Texto formatado para publicação em Blogger, com fundo fixo #FFF2CC, títulos em Georgia/Merriweather e corpo em Georgia/Times New Roman.



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9 comentários:

  1. Ele parece caricato e ao mesmo tempo sério. Tipo uma sequência de charges (da seção de política de jornais) mas com um timbre mais pesado. Gostei.

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  2. Putz! Tenho esse gibi até hoje, em ótimo estado, costurado numa encadernação particular!!!

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  3. Fazer uma trama assim, extensa e bem amarrada, sem balões e recordatórios, é para poucos. Isso daí merece o Louvre!

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    1. verdade, o cara merceia ser mais valorizado
      muito melhor que 995 do que vem sendo publicado.

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  4. Indicando aqui: https://www.xn--blogdonefito-7hb.com/2018/07/lendo-quadrinhos-em-o-sistema-de-peter.html

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  5. Respostas
    1. o sebo não tinha noção do valor dessa hq.
      sorte minha

      abs!

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