"Quando o legislador de Idaho, Curtis Bowers, escreveu uma "carta ao editor" sobre as mudanças drásticas na cultura americana, ela se tornou a matéria principal do noticiário noturno, as pessoas protestaram no Capitólio e durante semanas os jornais locais ficaram cheios de respostas. Ele percebeu então... que havia tocado em alguma coisa. Pergunte a quase qualquer pessoa e você ouvirá: “O comunismo está morto! O Muro de Berlim caiu”. Embora a palavra comunismo não seja mais usada, este filme mostrará que as ideias por trás dele estão vivas e bem. Junte-se a Bowers para uma visão fascinante das pessoas e grupos que atingiram com sucesso a moralidade e a liberdade da América em seu esforço para oprimir a América. É uma AGENDA bem documentada." (Sinopse)
Indicação do Olavo.
Documentário mostra a origem, formas de atuação e objetivos do movimento socialista/comunista nos EUA.
Extremamente detalhado.
Em 2010 eu acharia que era teoria da conspiração, hoje é fato.
Recomendo.
Abs!
P.s.: pode se encontrador gratuitamente postado por alguma alma caridosa no youtube ou no Vimeo. A resolução não é das melhores, mas o que importa é a mensagem.
- https://www.amazon.com/Agenda-Grinding-America-Curtis-Bowers/dp/B003Z3CZGG#customerReviews
Agenda: Grinding America Down / Riding America Down (2010) — Resumo
Direção: Curtis Bowers
Gênero: Documentário político/conservador
Duração: cerca de 93 minutos
País: Estados Unidos
Título mais conhecido: Agenda: Grinding America Down. O título “Riding America Down” parece ser variação/erro de referência, porque o registro mais comum é esse. Pequena alegria burocrática: até os títulos conspiram contra a clareza.
1. Ideia central
O documentário defende a tese de que os Estados Unidos estariam sendo enfraquecidos por uma agenda ideológica de inspiração marxista, socialista, progressista e secularizante. Segundo o filme, mesmo após a queda do Muro de Berlim e o aparente fim do comunismo soviético, as ideias revolucionárias teriam continuado vivas, atuando de forma indireta na cultura, na educação, na política, na moral e na família.
2. Origem do documentário
Curtis Bowers, ex-legislador de Idaho, afirma que o filme surgiu depois de uma carta que escreveu a um jornal local sobre mudanças culturais nos Estados Unidos. A carta gerou repercussão pública, protestos e debates, levando-o a investigar o que ele via como uma transformação planejada da sociedade americana.
3. Tese principal
A obra sustenta que não haveria apenas mudanças espontâneas na sociedade americana, mas um projeto organizado de erosão cultural. Para Bowers, essa agenda buscaria enfraquecer:
- a religião cristã;
- a família tradicional;
- a moral pública;
- o patriotismo;
- a liberdade individual;
- a educação clássica;
- a resistência ao Estado centralizado.
O documentário interpreta muitas mudanças sociais do século XX como resultado de uma infiltração ideológica progressiva. É uma leitura fortemente conservadora, portanto convém não engolir tudo sem mastigar, porque até tese política precisa pagar aluguel para a realidade.
4. Alvos da crítica
O filme aponta como instrumentos dessa transformação:
4.1. Educação
A escola e a universidade seriam, segundo o documentário, meios de difusão de ideias relativistas, anticristãs e antiamericanas.
4.2. Cultura e mídia
Cinema, televisão, música, imprensa e entretenimento teriam contribuído para normalizar valores contrários à moral tradicional.
4.3. Família
A desestruturação familiar é apresentada como um dos efeitos mais graves da agenda denunciada pelo filme.
4.4. Política
O documentário associa políticas progressistas, estatismo e assistencialismo a uma estratégia de dependência do cidadão em relação ao Estado.
4.5. Moralidade pública
Bowers argumenta que a mudança dos costumes teria sido usada para reduzir a resistência da sociedade a projetos de poder mais amplos.
5. Estrutura argumentativa
O filme combina:
- depoimentos;
- comentários do próprio Curtis Bowers;
- referências históricas;
- crítica ao comunismo;
- análise de movimentos culturais;
- interpretação religiosa e moral da política americana.
O tom é de denúncia. O documentário não se apresenta como estudo neutro, mas como alerta político e cultural.
6. Mensagem final
A conclusão é que os americanos, especialmente os cristãos e conservadores, deveriam despertar para essa suposta agenda e reagir por meio de:
- fortalecimento da família;
- educação dos filhos;
- retorno aos valores cristãos;
- participação política;
- preservação da liberdade;
- resistência cultural.
7. Avaliação crítica
O documentário é importante para entender uma corrente do pensamento conservador americano contemporâneo. Ele expressa bem a preocupação de setores religiosos e anticomunistas com a perda de referências tradicionais.
Ao mesmo tempo, sua interpretação é bastante ampla e tende a ligar muitos fenômenos diferentes a uma única causa ideológica. Isso torna o filme útil como documento político-cultural, mas exige leitura crítica: nem toda mudança social nasce de uma conspiração centralizada, por mais tentador que seja transformar a história humana num quadro de cortiça com barbantes vermelhos.
Resumo em uma frase
Agenda: Grinding America Down sustenta que os Estados Unidos vêm sendo enfraquecidos por uma agenda marxista/progressista infiltrada na cultura, na educação, na política e na moral, com o objetivo de destruir os fundamentos cristãos, familiares e patrióticos da sociedade americana.

Assisti há bastante tempo. Bom doc.
ResponderExcluirtomara que um dia o pessoal faça uma versao brasileira
Excluirabs!