10 de junho de 2026

[Doc] Agenda: Riding America Down (2010)

 



 

"Quando o legislador de Idaho, Curtis Bowers, escreveu uma "carta ao editor" sobre as mudanças drásticas na cultura americana, ela se tornou a matéria principal do noticiário noturno, as pessoas protestaram no Capitólio e durante semanas os jornais locais ficaram cheios de respostas. Ele percebeu então... que havia tocado em alguma coisa. Pergunte a quase qualquer pessoa e você ouvirá: “O comunismo está morto! O Muro de Berlim caiu”. Embora a palavra comunismo não seja mais usada, este filme mostrará que as ideias por trás dele estão vivas e bem. Junte-se a Bowers para uma visão fascinante das pessoas e grupos que atingiram com sucesso a moralidade e a liberdade da América em seu esforço para oprimir a América. É uma AGENDA bem documentada." (Sinopse)


Indicação do Olavo.

Documentário mostra a origem, formas de atuação e objetivos do movimento socialista/comunista nos EUA.

Extremamente detalhado.

Em 2010 eu acharia que era teoria da conspiração, hoje é fato.

Recomendo.

Abs!


P.s.: pode se encontrador gratuitamente postado por alguma alma caridosa no youtube ou no Vimeo. A resolução não é das melhores, mas o que importa é a mensagem.

 





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Agenda: Grinding America Down / Riding America Down (2010) — Resumo

Direção: Curtis Bowers

Gênero: Documentário político/conservador

Duração: cerca de 93 minutos

País: Estados Unidos

Título mais conhecido: Agenda: Grinding America Down. O título “Riding America Down” parece ser variação/erro de referência, porque o registro mais comum é esse. Pequena alegria burocrática: até os títulos conspiram contra a clareza.

1. Ideia central

O documentário defende a tese de que os Estados Unidos estariam sendo enfraquecidos por uma agenda ideológica de inspiração marxista, socialista, progressista e secularizante. Segundo o filme, mesmo após a queda do Muro de Berlim e o aparente fim do comunismo soviético, as ideias revolucionárias teriam continuado vivas, atuando de forma indireta na cultura, na educação, na política, na moral e na família.

2. Origem do documentário

Curtis Bowers, ex-legislador de Idaho, afirma que o filme surgiu depois de uma carta que escreveu a um jornal local sobre mudanças culturais nos Estados Unidos. A carta gerou repercussão pública, protestos e debates, levando-o a investigar o que ele via como uma transformação planejada da sociedade americana.

3. Tese principal

A obra sustenta que não haveria apenas mudanças espontâneas na sociedade americana, mas um projeto organizado de erosão cultural. Para Bowers, essa agenda buscaria enfraquecer:

  • a religião cristã;
  • a família tradicional;
  • a moral pública;
  • o patriotismo;
  • a liberdade individual;
  • a educação clássica;
  • a resistência ao Estado centralizado.

O documentário interpreta muitas mudanças sociais do século XX como resultado de uma infiltração ideológica progressiva. É uma leitura fortemente conservadora, portanto convém não engolir tudo sem mastigar, porque até tese política precisa pagar aluguel para a realidade.

4. Alvos da crítica

O filme aponta como instrumentos dessa transformação:

4.1. Educação

A escola e a universidade seriam, segundo o documentário, meios de difusão de ideias relativistas, anticristãs e antiamericanas.

4.2. Cultura e mídia

Cinema, televisão, música, imprensa e entretenimento teriam contribuído para normalizar valores contrários à moral tradicional.

4.3. Família

A desestruturação familiar é apresentada como um dos efeitos mais graves da agenda denunciada pelo filme.

4.4. Política

O documentário associa políticas progressistas, estatismo e assistencialismo a uma estratégia de dependência do cidadão em relação ao Estado.

4.5. Moralidade pública

Bowers argumenta que a mudança dos costumes teria sido usada para reduzir a resistência da sociedade a projetos de poder mais amplos.

5. Estrutura argumentativa

O filme combina:

  • depoimentos;
  • comentários do próprio Curtis Bowers;
  • referências históricas;
  • crítica ao comunismo;
  • análise de movimentos culturais;
  • interpretação religiosa e moral da política americana.

O tom é de denúncia. O documentário não se apresenta como estudo neutro, mas como alerta político e cultural.

6. Mensagem final

A conclusão é que os americanos, especialmente os cristãos e conservadores, deveriam despertar para essa suposta agenda e reagir por meio de:

  • fortalecimento da família;
  • educação dos filhos;
  • retorno aos valores cristãos;
  • participação política;
  • preservação da liberdade;
  • resistência cultural.

7. Avaliação crítica

O documentário é importante para entender uma corrente do pensamento conservador americano contemporâneo. Ele expressa bem a preocupação de setores religiosos e anticomunistas com a perda de referências tradicionais.

Ao mesmo tempo, sua interpretação é bastante ampla e tende a ligar muitos fenômenos diferentes a uma única causa ideológica. Isso torna o filme útil como documento político-cultural, mas exige leitura crítica: nem toda mudança social nasce de uma conspiração centralizada, por mais tentador que seja transformar a história humana num quadro de cortiça com barbantes vermelhos.

Resumo em uma frase

Agenda: Grinding America Down sustenta que os Estados Unidos vêm sendo enfraquecidos por uma agenda marxista/progressista infiltrada na cultura, na educação, na política e na moral, com o objetivo de destruir os fundamentos cristãos, familiares e patrióticos da sociedade americana.


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