"Após uma guerra mundial, a Inglaterra é ocupada por um governo fascista e vive sob um regime totalitário. Na luta pela liberdade, um vigilante, conhecido apenas como V, utiliza-se de táticas terroristas para enfrentar os opressores da sociedade. V salva uma jovem chamada Evey da polícia secreta e encontra nela uma nova aliada em busca de liberdade e justiça para o seu país."
Tem uns 20% de lacração, mas ainda é atual.
Lembrei muito da censura recente no Brasil. V claramente tem problemas mentais graves. kkkkkkkk. Quem não teria num mundo atual? Vi a versão dublada (acho que encontrei na locadora do memória, ótimo canal). Boa trilha sonora com momentos que só o cinema pode proporcionar.
Recomendo com ressalvas.
abs!
P.s.: percebo cada vez mais que rever filmes é minha tendência e, sempre que puder, vou ampliar meu estoque digital de filmes dublados.
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| acervo pessoal |
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[Filme] V de Vingança (2005) — Resumo da obra
V de Vingança é um filme distópico dirigido por James McTeigue, com roteiro das Wachowskis, baseado no romance gráfico V for Vendetta, de Alan Moore e David Lloyd. A ficha da Warner registra o lançamento teatral original em 16 de março de 2006, embora o filme seja frequentemente identificado como obra de 2005, esse pequeno detalhe cronológico que a humanidade coleciona para complicar fichas de cinema. A HQ original é apresentada pela DC e pela Panini como uma narrativa sobre totalitarismo, perda de liberdade, opressão e resistência.
1. Contexto inicial da história
- O filme se passa em uma Inglaterra futurista, dominada por um governo autoritário chamado Norsefire.
- A sociedade vive sob forte vigilância, controle da imprensa, repressão policial, censura cultural e propaganda estatal.
- O poder é centralizado na figura do Alto Chanceler Adam Sutler, apresentado como líder rígido, ameaçador e constantemente exibido por telas gigantes.
- A população é mantida obediente por meio do medo, da manipulação das notícias e da promessa de segurança contra ameaças internas e externas.
- O governo controla informações por meio de instituições como a BTN, rede de televisão usada para divulgar versões oficiais dos fatos.
- O regime também persegue opositores, minorias, dissidentes e qualquer pessoa considerada ameaça à ordem pública.
2. A apresentação de Evey Hammond
- Evey Hammond é apresentada como uma jovem comum, funcionária de uma emissora de televisão.
- Ela vive sob as regras do regime, mas não aparece inicialmente como militante ou rebelde.
- Ao sair à noite durante o toque de recolher, Evey é abordada por agentes conhecidos como homens-dedo, membros da polícia secreta.
- Esses agentes tentam abusar dela, demonstrando como o poder do Estado também se manifesta em violência cotidiana.
- Evey é salva por um homem mascarado que se apresenta como V.
- Desde o primeiro encontro, V aparece como figura teatral, culta, violenta, misteriosa e profundamente ligada à ideia de vingança política.
3. A primeira ação pública de V
- V leva Evey até um ponto de observação para assistir à destruição do Old Bailey, símbolo da justiça britânica.
- A explosão é acompanhada por música clássica, especialmente a Abertura 1812, de Tchaikovsky, usada no filme como elemento dramático ligado aos atos de V.
- O governo tenta controlar a narrativa dizendo que o prédio foi demolido por razões planejadas ou técnicas.
- V invade a transmissão da televisão estatal e fala diretamente ao povo.
- Em seu discurso, ele acusa o governo de tirania, manipulação e opressão.
- V convoca a população para se reunir no dia 5 de novembro, diante do Parlamento.
- A data remete à lembrança de Guy Fawkes e da Conspiração da Pólvora, evocada pelo verso “Remember, remember, the fifth of November”.
- O filme apresenta esse chamado como tentativa de transformar um ato individual de vingança em um gesto coletivo de contestação.
4. A figura de V
- V usa uma máscara de Guy Fawkes, capa escura e chapéu, tornando-se menos um indivíduo comum e mais um símbolo.
- Ele mora na Galeria das Sombras, espaço subterrâneo onde guarda livros, pinturas, músicas, filmes e objetos proibidos pelo governo.
- Esse esconderijo mostra que V preserva aquilo que o regime tentou apagar: arte, memória, cultura, literatura e expressão individual.
- V fala de modo teatral, cita obras, encena ações e transforma suas vinganças em performances cuidadosamente planejadas.
- Ao mesmo tempo, V é violento e assassina pessoas ligadas ao regime.
- O filme não o apresenta como simples herói puro, mas como alguém marcado por tortura, trauma, ódio e propósito político.
- Seu corpo e sua identidade foram destruídos pelo Estado; sua máscara se torna a nova identidade pública.
5. A investigação do inspetor Finch
- O inspetor Eric Finch é encarregado de investigar as ações de V.
- Inicialmente, Finch trabalha como agente do Estado, mas sua investigação o leva a descobrir contradições na versão oficial.
- Ele começa a perceber que há uma ligação entre V, antigos funcionários do governo, experiências médicas e eventos ocultos do passado.
- A investigação revela que muitos membros importantes do regime estiveram ligados a crimes cometidos antes da ascensão definitiva do Norsefire.
- Finch descobre que o regime construiu sua autoridade sobre uma história de medo, epidemia, manipulação e violência.
- Seu papel é importante porque ele representa alguém dentro do sistema que passa a enxergar a falsidade da própria estrutura que serve.
6. O passado de Larkhill
- A origem de V está ligada ao centro de detenção e experimentação chamado Larkhill.
- Larkhill funcionava como campo de prisão, tortura e experiências médicas.
- Pessoas perseguidas pelo regime foram levadas para lá, incluindo dissidentes políticos, homossexuais, imigrantes e outros grupos considerados indesejáveis.
- V foi uma das cobaias dessas experiências.
- O filme mostra que ele sobreviveu a testes que mataram outras pessoas.
- Após um incêndio em Larkhill, V escapou gravemente transformado.
- A partir desse trauma, ele passou a perseguir os responsáveis pelo campo.
- Sua vingança não é apenas pessoal, mas também dirigida contra a rede política que permitiu a criação daquele sistema.
7. A história de Valerie
- Durante sua prisão, Evey encontra uma carta escrita por Valerie Page.
- Valerie era uma atriz que foi perseguida por ser lésbica.
- A carta narra sua juventude, seus relacionamentos, sua carreira, sua prisão e sua morte iminente.
- A história de Valerie mostra o lado humano das vítimas do regime.
- Ela também reforça a ideia de que o governo destrói vidas concretas, não apenas conceitos abstratos como liberdade ou cidadania.
- A carta se torna um ponto central da transformação de Evey.
- Valerie afirma a importância de preservar a própria integridade mesmo diante da violência.
- Para Evey, a carta funciona como testemunho de coragem e resistência interior.
8. A prisão e transformação de Evey
- Evey é capturada, interrogada, humilhada, tem a cabeça raspada e é ameaçada de execução.
- Os interrogadores exigem que ela revele informações sobre V.
- Ela se recusa a colaborar, mesmo diante da ameaça de morte.
- Depois, Evey descobre que sua prisão foi criada por V.
- V encenou o cárcere para libertá-la do medo.
- Essa revelação causa choque, revolta e ruptura entre os dois.
- Para V, a experiência deveria libertar Evey psicologicamente.
- Para Evey, o ato foi uma forma cruel de manipulação.
- O filme apresenta essa passagem como ambígua: Evey realmente supera o medo, mas o método usado por V é violento e moralmente problemático.
- A cena da chuva, após sua libertação, simboliza o renascimento de Evey como alguém que já não pode ser controlado pelo medo.
9. Gordon Deitrich e a crítica pública ao regime
- Gordon Deitrich é apresentador de televisão e amigo de Evey.
- Ele esconde obras proibidas, como livros, imagens religiosas e objetos culturais censurados.
- Gordon produz uma sátira televisiva ridicularizando o Alto Chanceler Sutler.
- O programa provoca a ira do regime.
- Gordon é preso em sua casa durante a noite.
- Sua prisão mostra que, no Estado autoritário, até o humor se torna crime político.
- A repressão contra Gordon reforça a brutalidade do Norsefire e a fragilidade de qualquer espaço privado.
10. O plano de V
- V planeja destruir o Parlamento Britânico em 5 de novembro.
- Ele prepara um trem carregado de explosivos para atingir o prédio.
- O plano não é apenas destrutivo, mas simbólico.
- Para V, o Parlamento se tornou um monumento vazio, apropriado por um regime que traiu a liberdade que deveria representar.
- V também envia milhares de máscaras de Guy Fawkes à população.
- Essas máscaras permitem que as pessoas apareçam como uma multidão indistinguível.
- O símbolo deixa de pertencer apenas a V e passa a ser compartilhado pelo povo.
- O filme repete a ideia de que ideias não morrem, mesmo quando indivíduos são presos ou mortos.
11. A queda dos responsáveis pelo regime
- V elimina várias pessoas associadas aos crimes de Larkhill e à ascensão do Norsefire.
- Entre elas estão figuras ligadas à medicina, à religião, à mídia e à segurança estatal.
- O filme mostra que a ditadura não depende apenas de um líder, mas de uma rede de colaboradores.
- Cada morte revela uma parte do passado encoberto.
- O plano de V desmonta pouco a pouco a aparência de controle absoluto do governo.
- Enquanto isso, o Alto Chanceler Sutler se torna cada vez mais paranoico e agressivo.
- Seus subordinados passam a temer tanto V quanto o próprio líder.
12. Creedy, Sutler e a crise interna do poder
- Peter Creedy, chefe da polícia secreta, representa a violência direta do regime.
- Ele negocia com V a entrega de Sutler em troca da rendição do mascarado.
- Creedy trai Sutler e o executa.
- Essa traição mostra que o regime também é corroído por ambição interna.
- V enfrenta Creedy e seus homens.
- Mesmo ferido por vários tiros, V mata os agentes com facas.
- A cena reforça sua condição quase mítica, mas ele não é invencível.
- Após o confronto, V retorna mortalmente ferido para Evey.
13. A morte de V e a decisão de Evey
- V morre nos braços de Evey.
- Ele deixa para ela a decisão final sobre o trem com explosivos.
- A escolha de Evey é importante porque o ato final deixa de ser apenas a vingança de V.
- Evey decide enviar o trem ao Parlamento.
- O inspetor Finch a encontra, mas permite que ela conclua a ação.
- Esse gesto mostra que Finch também rompeu com a obediência automática ao regime.
- A decisão final une três trajetórias: a vingança de V, a libertação de Evey e a consciência moral de Finch.
14. A reunião popular em 5 de novembro
- Milhares de pessoas saem às ruas usando máscaras de Guy Fawkes.
- A multidão marcha em direção ao Parlamento.
- Os soldados recebem ordens, mas não atiram.
- A população permanece reunida enquanto o trem explode o prédio.
- A destruição do Parlamento é apresentada como imagem final de ruptura com o regime.
- Após a explosão, as pessoas retiram as máscaras.
- Entre os rostos vistos estão personagens mortos ao longo da história, como Valerie, Gordon e outras vítimas.
- Essa imagem funciona literalmente como presença simbólica dos que foram eliminados pelo regime.
- O povo aparece como herdeiro da memória dos mortos.
15. Encerramento da obra
- O filme termina com a queda simbólica do Norsefire.
- V morre, mas sua imagem se multiplica na multidão.
- Evey afirma que V era todos: pai, mãe, irmão, amigo, uma pessoa comum e também uma ideia.
- A obra encerra com a noção de que um regime baseado no medo pode ser enfrentado quando a população perde o medo.
- O final não detalha o que virá depois da revolta.
- A narrativa se concentra no momento da ruptura, não na construção política posterior.
- O filme conclui que a memória, a arte, a coragem individual e a ação coletiva podem sobreviver à repressão estatal.
Principais Idéias
1. O medo sustenta o regime
- O governo Norsefire controla a população por meio de ameaça, vigilância, propaganda e violência policial.
- O medo aparece como instrumento central de obediência.
- A libertação de Evey é mostrada como superação desse medo.
2. A propaganda substitui a verdade
- A televisão estatal manipula acontecimentos e transforma crimes do regime em versões oficiais convenientes.
- A obra mostra que o controle da informação é tão importante quanto o controle das armas.
- A BTN funciona como voz pública do governo.
3. A arte preserva a liberdade interior
- A Galeria das Sombras guarda livros, músicas, pinturas e filmes proibidos.
- Esses objetos mostram que a cultura sobrevive mesmo quando o Estado tenta apagá-la.
- A arte aparece como forma de memória e resistência.
4. V é pessoa, símbolo e ideia
- V tem origem pessoal em Larkhill, mas sua máscara o transforma em algo maior do que sua biografia.
- Ele morre fisicamente, mas seu símbolo é assumido pela multidão.
- A obra repete que ideias resistem à morte de indivíduos.
5. A vingança pessoal se mistura à revolta política
- V busca punir os responsáveis por sua tortura.
- Ao mesmo tempo, seus atos atingem a estrutura do regime.
- O filme mantém essa tensão entre justiça, vingança, terror, libertação e símbolo revolucionário.
6. O Estado autoritário destrói indivíduos concretos
- Valerie, Gordon, Evey e as vítimas de Larkhill mostram que a tirania não é apenas sistema abstrato.
- Ela aparece em prisões, interrogatórios, censura, mortes e apagamento de identidades.
7. A população só muda quando deixa de obedecer automaticamente
- A marcha final mostra o povo deixando a condição de espectador.
- As máscaras igualam os indivíduos e dificultam a repressão.
- A queda simbólica do Parlamento ocorre quando o medo coletivo se rompe.
Referências
Filme
- V de Vingança / V for Vendetta — filme distópico de 2005/lançamento amplo em 2006; direção de James McTeigue; roteiro das Wachowskis; baseado na HQ de Alan Moore e David Lloyd.
Obra original
- V for Vendetta / V de Vingança — romance gráfico de Alan Moore e David Lloyd, originalmente associado à DC/Vertigo; publicado no Brasil pela Panini em edição em português.
Personagens
- V — mascarado, sobrevivente de Larkhill, vingador e símbolo de resistência.
- Evey Hammond — jovem que passa da submissão ao medo para a participação ativa na revolta.
- Alto Chanceler Adam Sutler — líder do regime Norsefire.
- Inspetor Eric Finch — investigador que descobre a verdade por trás do regime.
- Peter Creedy — chefe da polícia secreta.
- Gordon Deitrich — apresentador de televisão e amigo de Evey.
- Valerie Page — atriz perseguida pelo regime, autora da carta encontrada por Evey.
- Delia Surridge — médica ligada às experiências de Larkhill.
- Lewis Prothero — propagandista do regime.
- Bispo Anthony Lilliman — autoridade religiosa ligada ao passado de Larkhill.
Instituições, grupos e lugares
- Norsefire — partido/regime totalitário que governa a Inglaterra.
- BTN — rede televisiva usada como veículo de propaganda estatal.
- Larkhill — centro de detenção e experiências médicas.
- Galeria das Sombras — esconderijo de V e depósito de obras proibidas.
- Old Bailey — prédio destruído por V no início da trama.
- Parlamento Britânico — alvo final do plano de V.
- Homens-dedo / Fingermen — agentes da repressão policial.
- Ministério de Materiais Censurados / Objectionable Materials — referência ao controle cultural do regime.
Conceitos fundamentais
- Totalitarismo
- Estado policial
- Censura
- Propaganda
- Vigilância
- Medo político
- Resistência
- Vingança
- Memória coletiva
- Símbolo político
- Liberdade individual
- Desobediência civil
- Manipulação midiática
- Tortura
- Experimentos humanos
- Perseguição a minorias
- Culto ao líder
Eventos e referências históricas dentro da obra
- 5 de novembro — data central do plano de V.
- Conspiração da Pólvora — evento histórico associado a Guy Fawkes.
- Guy Fawkes — figura histórica evocada pela máscara usada por V.
- “Remember, remember, the fifth of November” — verso associado à memória da Conspiração da Pólvora.
- Larkhill — evento traumático fictício do passado da narrativa.
Trilha sonora e músicas mencionadas
A trilha do filme é associada ao compositor Dario Marianelli; o álbum inclui faixas como “Remember Remember”, “Evey’s Story”, “Valerie”, “Evey Reborn”, “England Prevails” e “Knives and Bullets (and Cannons Too)”, além de canções como “Cry Me a River”, “I Found a Reason” e “Bird Gerhl”.
- Dario Marianelli — compositor principal da trilha.
- Piotr Ilitch Tchaikovsky — Abertura 1812, usada em momentos de explosão e espetáculo.
- Julie London — “Cry Me a River”.
- Cat Power — “I Found a Reason”.
- Antony and the Johnsons — “Bird Gerhl”.
- The Rolling Stones — “Street Fighting Man”, usada nos créditos finais, mas não no álbum oficial segundo registros de trilha.
- Beethoven — Sinfonia nº 5, associada ao motivo sonoro da letra V em código Morse.
Obras semelhantes
Filmes
- 1984 — 1984, Michael Radford. Filme baseado no romance de George Orwell, sobre vigilância, repressão estatal e controle da verdade.
- Brazil — 1985, Terry Gilliam. Distopia burocrática e satírica sobre Estado opressor, controle administrativo e absurdo institucional.
- Matrix — 1999, Lilly Wachowski e Lana Wachowski. Ficção científica sobre sistema de controle, falsa realidade e despertar individual contra uma ordem dominante.
- Equilibrium — 2002, Kurt Wimmer. Distopia em que sentimentos e expressão artística são reprimidos por um Estado autoritário.
- Filhos da Esperança / Children of Men — 2006, Alfonso Cuarón; baseado em obra de P. D. James. Distopia política com crise social, repressão, medo coletivo e colapso institucional.
- Snowpiercer: Expresso do Amanhã — 2013, Bong Joon-ho; baseado na HQ francesa Le Transperceneige, de Jacques Lob, Benjamin Legrand e Jean-Marc Rochette. Distopia social sobre hierarquia, controle e revolta.
Livros
- 1984 — 1949, George Orwell. Romance distópico sobre totalitarismo, vigilância, propaganda e controle da linguagem.
- A Revolução dos Bichos — 1945, George Orwell. Fábula política sobre poder, manipulação e corrupção revolucionária.
- Admirável Mundo Novo — 1932, Aldous Huxley. Distopia sobre condicionamento social, controle tecnológico e perda da individualidade.
- Fahrenheit 451 — 1953, Ray Bradbury. Romance sobre censura, queima de livros e controle cultural.
- O Conto da Aia — 1985, Margaret Atwood. Distopia sobre regime teocrático, controle do corpo feminino e repressão estatal.
- Nós — 1924, Ievguêni Zamiátin. Romance distópico sobre Estado coletivo, vigilância e supressão da individualidade.
- Laranja Mecânica — 1962, Anthony Burgess. Romance sobre violência, controle social e condicionamento comportamental.
Quadrinhos
- V de Vingança — 1982–1989, Alan Moore e David Lloyd. Obra original que deu origem ao filme; publicada em português no Brasil.
- Watchmen — 1986–1987, Alan Moore e Dave Gibbons. Quadrinho político sobre poder, vigilância, medo nuclear e manipulação moral.
- Batman: O Cavaleiro das Trevas — 1986, Frank Miller. HQ sobre símbolo, violência urbana, poder político e retorno de um vigilante.
- Transmetropolitan — 1997–2002, Warren Ellis e Darick Robertson. Quadrinho sobre mídia, política, corrupção e resistência jornalística.
- Akira — 1982–1990, Katsuhiro Otomo. Mangá distópico sobre Estado, experimentos, juventude marginalizada e poder destrutivo.
Animações
- Akira — 1988, Katsuhiro Otomo. Animação distópica japonesa sobre governo, experimentos humanos, juventude e colapso social.
- Ghost in the Shell — 1995, Mamoru Oshii; baseado no mangá de Masamune Shirow. Animação sobre identidade, tecnologia, vigilância e controle.
- Metrópolis — 2001, Rintaro; inspirado em Osamu Tezuka. Animação sobre cidade hierárquica, tecnologia, desigualdade e poder.
- Jin-Roh: A Brigada dos Lobos — 1999, Hiroyuki Okiura, roteiro de Mamoru Oshii. Animação política sobre repressão estatal, violência, propaganda e militância.
- https://filmow.com/comentarios/22/1175/

Rapaz, também ando bastante mais revendo filmes, inclusive dando o foco para muitos bons que eu vi nos anos 2000, acho que a última grande década do cinema, ainda mais porque com os aparelhos de DVDs e os DVDs a principio bem gravados e não devendo nada aos originais, com todos os extras dos filmes, que muitas vezes incluíam versões comentadas pelo diretor. Esse filme do V tem boas atuações, eu gostava quando moleque, mas depois que li o quadrinho, vejo só como um adulteração da obra-original pra se tornar esquerdisticamente correta. Fico contente que esteja gostando lá da Locadora do Memória, quase toda semana eu busco colocar algum filme lá legendado que eu não tinha achado ainda por outros vários canais de filmes que eu tô no Telegram, como o "Garden State".
ResponderExcluir"esquerdismo politicamente correto" é o padrão da época. pelo menos o filme tem bons momentos
ExcluirLocadora do Memória - bom canal e sem enrolação
"Garden State". - vou ver se consigo acessar
abs!
"Quem não teria num mundo atual?"
ResponderExcluirQuem lutar contra, ou coringa ou se churrasca, como dizem hoje em dia...
No bananil, melhor tentar ser meio doido e ir com a turma do hospício.
Abraços!
o bom de viver aqui é que já se começa a pagar os pecados em vida
Excluirdeve ter cota pra brasileiro no inferno
abs!