17 de junho de 2026

[Doc] The Soviet Story (2008)

 





Excelente e soberbo. Um dos melhores documentários que já vi sobre os horrores perpetrados por estes dois assassinos do século XX: Stalin e Hitler.



Grande abraço!




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Fontes:


  1. https://nacaomestica.org/blog4/?p=6057
  2. https://pt.wikipedia.org/wiki/Andrzej_Wajda
  3. http://cantodaleitur.blogspot.com/2015/08/documentario-historia-sovietica-2008.html
  4. http://www.filmesepicos.com/2011/04/historia-sovietica-2008.html#.W9ZJpWhKhSk
  5. https://www.docspt.com/index.php?topic=8205.msg21763#msg21763
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The Soviet Story — Edvīns Šnore

Resumo literal, objetivo e estruturado da obra

Nota de método: o resumo abaixo descreve a tese e a organização interna do documentário, isto é, aquilo que a obra apresenta, afirma e enfatiza. Não transformo as alegações do filme em veredito histórico externo, porque aí a coisa vira tribunal acadêmico com projetor, e ninguém merece. O documentário é letão, lançado em 2008, escrito e dirigido por Edvīns Šnore, com foco nas relações entre União Soviética e Alemanha Nazista, especialmente antes de 1941, usando entrevistas, imagens de arquivo e documentos históricos. [Fonte]


1. Apresentação geral da obra

1.1. Tema central

The Soviet Story apresenta uma narrativa sobre os crimes do regime soviético e sua relação com o nazismo alemão. O documentário sustenta que os regimes soviético e nazista não devem ser vistos apenas como inimigos posteriores, mas também como sistemas que teriam mantido afinidades filosóficas, políticas, organizacionais e práticas em determinados momentos históricos.

A obra se concentra em eventos como Grande Fome na Ucrânia, Grande Purga, Pacto Molotov-Ribbentrop, massacre de Katyn, colaboração Gestapo-NKVD, deportações soviéticas, campos Gulag e experiências médicas com prisioneiros. Esses temas são organizados para sustentar a ideia de que o século XX europeu foi marcado por uma violência de Estado que o filme considera insuficientemente reconhecida quando associada ao comunismo soviético. [Fonte]

1.2. Forma narrativa

O documentário combina narração em off, entrevistas, documentos, fotografias, imagens de arquivo, depoimentos de sobreviventes e comentários de historiadores, ex-dissidentes soviéticos, parlamentares europeus e vítimas do terror soviético.

A montagem cria um contraste constante entre memória oficial, documentos ocultos, testemunhos pessoais e imagens de violência política. A repetição visual de cadáveres, campos, desfiles militares, discursos e documentos serve para reforçar a tese de que o regime soviético teria produzido uma violência sistemática comparável à do nazismo.

2. Estrutura argumentativa do documentário

2.1. A crítica ao esquecimento dos crimes soviéticos

A obra começa com a ideia de que os crimes do regime soviético teriam sido silenciados, relativizados ou tratados como tema secundário na memória europeia do século XX. O documentário contrapõe esse silêncio ao reconhecimento mais amplo dos crimes nazistas.

O filme insiste na noção de que a vitória soviética em 1945 produziu uma espécie de blindagem moral sobre a imagem da União Soviética. Segundo a lógica interna da obra, por ter integrado o lado vencedor da Segunda Guerra Mundial, a URSS teria escapado de um julgamento simbólico equivalente ao aplicado ao nazismo.

2.2. A comparação entre nazismo e comunismo soviético

Um eixo repetido do filme é a comparação entre nazismo e stalinismo. A obra afirma que ambos seriam formas de totalitarismo, marcadas por partido único, polícia política, repressão, campos de concentração, perseguição a grupos sociais e uso do Estado como instrumento de morte em massa.

Essa comparação é apresentada não apenas como semelhança abstrata, mas como possível relação concreta de inspiração, cooperação e convergência prática. O filme afirma que a violência soviética não foi simples excesso administrativo, mas parte de um projeto político e ideológico.

3. A fome ucraniana e o Holodomor

3.1. A fome como crime político

O documentário trata o Holodomor, a fome ucraniana de 1932-1933, como uma das principais provas da brutalidade soviética. A obra apresenta a destruição da população camponesa ucraniana como resultado de políticas deliberadas do regime soviético.

A fome é mostrada como instrumento de submissão política. O filme associa a morte em massa ao controle estatal da produção agrícola, à repressão contra os camponeses e à destruição de comunidades inteiras.

3.2. Comparação com o Holocausto

A obra estabelece uma aproximação entre a destruição dos ucranianos pela fome e o extermínio dos judeus pelo nazismo. Essa comparação aparece como uma das afirmações mais fortes do documentário: a de que o sofrimento produzido pelo regime soviético deveria ocupar lugar semelhante na memória histórica europeia.

O documentário, portanto, não apresenta o Holodomor apenas como tragédia alimentar, mas como crime de Estado, inserido numa política mais ampla de repressão e eliminação social.

4. Terror, repressão e campos soviéticos

4.1. Grande Purga e violência interna

A Grande Purga aparece como exemplo de repressão voltada contra o próprio povo soviético. O filme sugere que o regime destruiu não apenas opositores externos, mas também membros da própria sociedade que dizia representar.

A pergunta repetida pela obra é simples e brutal: como um regime que se apresentava como libertador pôde usar violência tão extensa contra sua própria população? Bela contribuição humana ao catálogo da insanidade política.

4.2. Gulag e experiências médicas

O documentário trata os Gulags como parte central da máquina repressiva soviética. Os campos aparecem associados a trabalho forçado, fome, morte, humilhação, destruição familiar e experiências médicas.

Depoimentos de sobreviventes são usados para transformar a denúncia histórica em experiência concreta. A obra apresenta a dor individual como prova material da violência do sistema.

4.3. Deportações e destruição familiar

As deportações soviéticas recebem destaque especial, sobretudo em relação aos países bálticos e populações submetidas ao poder soviético. O filme apresenta famílias arrancadas de suas casas, enviadas a regiões remotas e submetidas a condições extremas.

A separação entre pais, filhos, mortos e sobreviventes aparece como uma das imagens recorrentes da obra. O sofrimento familiar é usado para mostrar que o terror soviético não era apenas político, mas também doméstico, corporal e íntimo.

5. Relações entre União Soviética e Alemanha Nazista

5.1. Pacto Molotov-Ribbentrop

O Pacto Molotov-Ribbentrop ocupa papel central no documentário. A obra apresenta esse pacto como evidência de cooperação entre a URSS stalinista e a Alemanha hitlerista.

O filme destaca o acordo como momento decisivo para a divisão da Europa Oriental, especialmente da Polônia, e como demonstração de que os dois regimes, apesar de suas diferenças ideológicas declaradas, puderam agir de forma coordenada por interesse político e territorial.

5.2. Invasão da Polônia

A invasão soviética da Polônia é apresentada como ato de agressão. O documentário enfatiza que a União Soviética não teria sido apenas vítima posterior da guerra, mas também participante ativa da destruição da ordem europeia no início do conflito.

A obra insiste que a memória da Segunda Guerra Mundial fica incompleta quando omite o papel soviético na ocupação e repressão de territórios poloneses e bálticos.

5.3. Cooperação militar e policial

O documentário aborda suposta ou documentada cooperação entre estruturas soviéticas e alemãs, incluindo contatos entre NKVD, Gestapo e SS. A obra utiliza documentos, imagens e entrevistas para sugerir intercâmbio de práticas repressivas.

Essa seção sustenta uma das teses mais polêmicas do filme: a de que a cooperação entre soviéticos e nazistas não foi apenas diplomática, mas também operacional e repressiva.

6. Massacre de Katyn

6.1. Execução de oficiais poloneses

O massacre de Katyn é apresentado como crime soviético contra prisioneiros de guerra poloneses. O documentário destaca a decisão política de executar oficiais, intelectuais e membros da elite polonesa.

A obra interpreta Katyn como tentativa de destruir a continuidade nacional da Polônia, eliminando lideranças militares e civis.

6.2. Encobrimento e memória

Além do massacre em si, o documentário enfatiza o encobrimento posterior. A ocultação da responsabilidade soviética aparece como exemplo do controle da memória histórica.

O filme reforça que o problema não termina no crime, mas continua na mentira oficial, na negação e na manipulação posterior dos fatos.

7. Antissemitismo, perseguição e colaboração

7.1. Relação com a perseguição aos judeus

A obra afirma que a União Soviética teria colaborado, direta ou indiretamente, com práticas que favoreceram a perseguição nazista aos judeus. O documentário apresenta documentos e episódios para sustentar a ideia de que houve aproximação entre interesses soviéticos e nazistas.

Essa parte é uma das mais controversas da obra. Ainda assim, dentro da lógica literal do documentário, ela serve para reforçar a tese de que o regime soviético não pode ser visto apenas como libertador dos povos perseguidos pelo nazismo.

7.2. Crítica à narrativa heroica soviética

O documentário combate a imagem da URSS como força puramente antifascista. A obra não nega que a União Soviética lutou contra a Alemanha Nazista depois de 1941, mas afirma que essa fase posterior não apaga a colaboração anterior.

A repetição dessa ideia estrutura o filme: a vitória contra Hitler não absolve Stalin.

8. Sobreviventes e testemunhos pessoais

8.1. Função dos depoimentos

Os sobreviventes aparecem como contraponto humano aos documentos. Eles narram fome, morte, deportação, campos, sepultamentos e perdas familiares.

Esses depoimentos têm função emocional e documental. O filme busca mostrar que a história soviética não é apenas questão de pactos, mapas e arquivos, mas de pessoas comuns esmagadas por decisões de Estado.

8.2. Imagens de dor e memória

Há cenas em que a memória dos sobreviventes aparece como ferida aberta. A fala sobre filhos mortos, cadáveres, sangue, sepulturas e separações serve para reforçar a presença física do trauma.

A obra transforma essas lembranças em acusação moral contra o regime soviético e contra o esquecimento posterior.

9. Continuidade da memória soviética na Rússia contemporânea

9.1. Crítica à reabilitação simbólica da URSS

Na parte final, o documentário desloca o foco do passado para a Rússia contemporânea. A obra sugere que certos símbolos, discursos e nostalgias soviéticas continuariam ativos.

O filme usa como ponto de contraste a diferença entre a Alemanha pós-guerra, que condena oficialmente o nazismo, e a Rússia contemporânea, apresentada como ambígua ou nostálgica em relação à herança soviética.

9.2. Putin e a memória da queda soviética

A obra cita a famosa formulação atribuída a Vladimir Putin sobre o colapso da União Soviética como grande catástrofe geopolítica. No documentário, essa citação funciona como síntese da permanência de uma visão positiva ou nostálgica da URSS.

A conclusão sugerida é que a ausência de condenação plena dos crimes soviéticos permitiria a sobrevivência de tendências autoritárias, nacionalistas e revisionistas.

10. Encerramento da obra

10.1. Dedicação às vítimas

O documentário termina dedicando-se às vítimas da União Soviética. Nos créditos finais, a obra afirma que a União Soviética matou mais de 20 milhões de homens, mulheres e crianças, dedicando o filme a essas vítimas. [Fonte]

Esse encerramento resume o tom geral da obra: memorial, acusatório, antitotalitário e anticomunista.

10.2. Sentido final

Literalmente, The Soviet Story é construído como denúncia. Seu objetivo não é apresentar uma história neutra da União Soviética, mas organizar documentos, imagens e depoimentos para provar que os crimes soviéticos foram vastos, planejados, encobertos e comparáveis aos crimes nazistas.


Principais Idéias

  1. O documentário denuncia os crimes do regime soviético, especialmente fome, purgas, execuções, deportações, campos e repressão política.
  2. A obra compara nazismo e stalinismo, apresentando ambos como formas de totalitarismo marcadas por violência estatal sistemática.
  3. O Pacto Molotov-Ribbentrop é tratado como prova central da cooperação entre União Soviética e Alemanha Nazista antes da guerra aberta entre elas.
  4. O Holodomor é apresentado como crime deliberado contra os ucranianos, comparado em gravidade simbólica ao Holocausto.
  5. O massacre de Katyn aparece como exemplo de violência soviética contra a elite polonesa e de posterior encobrimento histórico.
  6. O Gulag é mostrado como sistema de terror, trabalho forçado, experiências médicas e destruição humana.
  7. Os testemunhos de sobreviventes dão dimensão pessoal ao terror soviético, transformando estatísticas em memória concreta.
  8. A obra critica o silêncio ocidental e a memória seletiva sobre os crimes comunistas.
  9. A parte final liga o passado soviético à Rússia contemporânea, sugerindo continuidade simbólica, nostalgia imperial e falta de condenação plena dos crimes soviéticos.
  10. O filme termina como memorial às vítimas, afirmando que a história soviética deve ser lembrada como história de sofrimento, repressão e morte em massa.

Referências

1. Obra principal

  • The Soviet Story — documentário, 2008, Edvīns Šnore.
  • Título original: The Soviet Story.
  • País: Letônia.
  • Gênero: documentário histórico-político.
  • Duração: cerca de 85-86 minutos.
  • Direção e roteiro: Edvīns Šnore.
  • Produção: Kristaps Valdnieks.
  • Narração: Jon Strickland.
  • Montagem: Nic Gotham.
  • Fotografia: Edgars Daugavvanags e Uvis Brujāns.
  • Música: Raimonds Pauls.
  • Som: Jānis Žanēribs.
  • Companhia produtora: Labvakar. [Fonte]

2. Pessoas citadas ou associadas à obra

Direção, produção e equipe

  • Edvīns Šnore — diretor, roteirista e entrevistador.
  • Kristaps Valdnieks — produtor.
  • Jon Strickland — narrador.
  • Nic Gotham — editor.
  • Edgars Daugavvanags — diretor de fotografia.
  • Uvis Brujāns / Uvis Burjans — diretor de fotografia.
  • Raimonds Pauls — música.
  • Jānis Žanēribs / Janis Zaneribs — som.

Entrevistados, historiadores, testemunhas e participantes

  • Norman Davies — historiador.
  • Boris Sokolov / Boris Vadimovich Sokolov — historiador.
  • Viktor Suvorov — escritor e ex-agente soviético.
  • Vladimir Bukovsky — dissidente soviético.
  • Françoise Thom — historiadora.
  • Pierre Rigoulot — historiador.
  • Nicolas Werth — historiador.
  • George Watson — historiador literário.
  • Sergei Slutsh / Sergey Sluch — historiador.
  • Volodimir Sergiychuk — historiador.
  • Aleksandr Guryanov — ligado à sociedade Memorial.
  • Natalia Lebedeva — historiadora.
  • Vladimir Karpov — ex-coronel soviético.
  • Nikolay Melnik — sobrevivente da fome ucraniana.
  • Emma Korpa — sobrevivente do Gulag.
  • Rita Papina — sobrevivente do terror soviético.

Figuras políticas mencionadas ou relacionadas

  • Vladimir Lenin.
  • Joseph Stalin.
  • Adolf Hitler.
  • Vyacheslav Molotov.
  • Joachim von Ribbentrop.
  • Lavrentiy Beria.
  • Heinrich Müller.
  • Vladimir Putin.
  • Mikhail Gorbachev.
  • Ari Vatanen.
  • Christopher Beazley.
  • Inese Vaidere.
  • Ģirts Valdis Kristovskis.
  • Wojciech Roszkowski.
  • Michael Gahler.
  • Andre Brie.
  • Vytautas Landsbergis.

3. Conceitos fundamentais

  • Comunismo soviético.
  • Stalinismo.
  • Nazismo.
  • Totalitarismo.
  • Terror de Estado.
  • Terror soviético.
  • Repressão política.
  • Memória histórica.
  • Revisionismo histórico.
  • Propaganda.
  • Realpolitik.
  • Colaboração germano-soviética.
  • Crimes contra a humanidade.
  • Genocídio.
  • Fome artificial / fome política.
  • Campos de concentração.
  • Trabalho forçado.
  • Deportação em massa.
  • Polícia política.
  • Violência ideológica.
  • Antissemitismo.
  • Império soviético.
  • Nostalgia soviética.

4. Eventos históricos mencionados

  • Revolução Russa.
  • Grande Fome na Ucrânia / Holodomor.
  • Grande Purga.
  • Pacto Molotov-Ribbentrop.
  • Invasão da Polônia em 1939.
  • Segunda Guerra Mundial.
  • Massacre de Katyn.
  • Colaboração Gestapo-NKVD.
  • Desfile militar germano-soviético.
  • Conversações germano-soviéticas do Eixo.
  • Massacres de prisioneiros pelo NKVD.
  • Deportações soviéticas.
  • Experiências médicas nos Gulags.
  • Colapso da União Soviética.
  • Dia de Memória das Vítimas do Stalinismo e do Nazismo / Black Ribbon Day.

5. Instituições, organizações e regimes

  • União Soviética / URSS.
  • Alemanha Nazista.
  • NKVD.
  • KGB.
  • Gestapo.
  • SS.
  • Gulag.
  • Partido Comunista da União Soviética.
  • Politburo.
  • Parlamento Europeu.
  • União para a Europa das Nações.
  • Memorial Society / Sociedade Memorial.
  • Museu da Ocupação da Letônia.
  • Museu Nacional do Holodomor-Genocídio.
  • FSB.
  • Jovem Rússia / Young Russia.
  • United Russia / Rússia Unida.

6. Lugares mencionados ou relacionados

  • União Soviética.
  • Rússia.
  • Ucrânia.
  • Letônia.
  • Alemanha.
  • Polônia.
  • Países Bálticos.
  • Sibéria.
  • Magadan.
  • Moscou.
  • Kiev.
  • Riga.
  • Berlim.
  • França.
  • Reino Unido.
  • Bélgica.
  • Katyn.
  • Europa Oriental.
  • Cambridge.
  • Paris.
  • Bruxelas.

7. Trilha sonora e música

  • Raimonds Pauls — música do documentário.
  • Sanctus, de Gabriel Fauré — peça listada como parte da trilha sonora em bases de cinema. [Fonte]

8. Obras semelhantes

Filmes e documentários

  • Shoah — 1985, Claude Lanzmann.
  • Katyn — 2007, Andrzej Wajda.
  • Mr. Jones — 2019, Agnieszka Holland.
  • The Chekist — 1992, Aleksandr Rogozhkin.
  • The Lives of Others — 2006, Florian Henckel von Donnersmarck.
  • The Act of Killing — 2012, Joshua Oppenheimer.
  • Bitter Harvest — 2017, George Mendeluk.
  • A State Funeral — 2019, Sergei Loznitsa.

Livros

  • The Gulag Archipelago — 1973, Aleksandr Solzhenitsyn.
  • The Origins of Totalitarianism — 1951, Hannah Arendt.
  • The Black Book of Communism — 1997, Stéphane Courtois e colaboradores.
  • Bloodlands: Europe Between Hitler and Stalin — 2010, Timothy Snyder.
  • Stalinism and Nazism: Dictatorships in Comparison — 1997, organização de Ian Kershaw e Moshe Lewin.
  • Beyond Totalitarianism: Stalinism and Nazism Compared — 2009, organização de Michael Geyer e Sheila Fitzpatrick.

Quadrinhos / graphic novels

  • Maus — 1980-1991, Art Spiegelman.
  • The Ukrainian and Russian Notebooks: Life and Death under Soviet Rule — 2016, Igort.
  • We Are on Our Own — 2006, Miriam Katin.
  • A Jew in Communist Prague — 1994-1997, Vittorio Giardino.

Animações

  • Animal Farm — 1954, John Halas e Joy Batchelor, baseado em George Orwell.
  • The Hand / Ruka — 1965, Jiří Trnka.
  • Persepolis — 2007, Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud.
  • Waltz with Bashir — 2008, Ari Folman

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