Curso: Ambientalismo Radical e a NOM
```O termo “radical” é empregado aqui no sentido de um movimento instrumentalizado para finalidades políticas. Portanto, ambientalismo radical não é sinônimo de ecologia nem de legítima preocupação com o meio ambiente.
Do paganismo teria surgido o panteísmo, entendido como uma forma de devoção aos seres da natureza e aos fenômenos naturais.
Após a Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de manter a hegemonia norte-americana no mundo e preservar a coesão interna do país, dezenas de especialistas de diferentes áreas teriam se reunido em uma base militar conhecida como Iron Mountain. Desse encontro teriam surgido relatórios de mesmo nome, nos quais se concluiu que seria necessária a existência de um inimigo externo de alcance global.
O medo seria utilizado para transformar a sociedade e torná-la mais dócil diante das mudanças posteriores. Entre os possíveis inimigos globais, foram consideradas uma invasão extraterrestre e uma catástrofe ambiental de proporções mundiais.
Para colocar essas ideias em prática, teria sido realizado um teste acelerado, destinado a descobrir como modificar, de maneira eficiente, a mentalidade e o comportamento das pessoas. O teste escolhido teria sido a questão do tabagismo, que, a partir da década de 1960, foi transformada no movimento antitabagismo.
O Clube de Roma e a sustentabilidade
O primeiro relatório de grande importância produzido pelo Clube de Roma, fundado em 1968, foi Limites do Crescimento. Nele, aparece pela primeira vez a ideia de sustentabilidade.
Pouco depois, essa ideia já se encontrava vinculada a outras pautas, o que demonstraria que ela teria sido criada como um instrumento político e ideológico.
Desde então, surgiram diversos desdobramentos, entre eles:
- a criação de organizações não governamentais ligadas à pauta ambientalista, como o Greenpeace;
- a realização de conferências em diferentes partes do mundo, como a ECO-92, no Rio de Janeiro;
- a publicação de livros, como A Carta da Terra, elaborada como consequência da ECO-92;
- a produção de documentários, como Uma Verdade Inconveniente;
- o desenvolvimento das primeiras agendas internacionais, como os Objetivos do Milênio, a Agenda 21 e a Agenda 2030.
Como resultado desse processo, a natureza teria passado a ser colocada, no mínimo, no mesmo nível da existência humana. Passa-se, então, a idolatrar a chamada Mãe Natureza, sob uma camuflagem cientificista.
Malthusianismo, sustentabilidade e aquecimento global
A ideia malthusiana funcionaria como uma poderosa arma para controlar a produção e o consumo de alimentos, ao mesmo tempo que defende a necessidade de controlar o crescimento populacional.
O chamado aquecimento global condensaria todas as teses derivadas da ideia de sustentabilidade.
O pensamento sustentável passou a dominar as grandes corporações. Além disso, teria ocorrido a formação de um falso consenso, no qual aqueles que apresentam opiniões divergentes são eliminados do debate.
Jovens universitários já são contratados com esse tipo de pensamento consolidado. Dessa forma, ignora-se quem discorda e valoriza-se apenas quem segue a agenda estabelecida.
Quatro falácias essenciais do movimento ambientalista
Quatro falácias seriam essenciais para todo o movimento ambientalista:
- a escassez de recursos;
- a diminuição da biodiversidade;
- o buraco na camada de ozônio, localizado em regiões que não corresponderiam às áreas de maior produção industrial;
- o efeito estufa, que não teria a influência que lhe é atribuída.
Critérios para identificar o apoio às pautas globalistas
Para verificar se determinado movimento apoia pautas globalistas, deve-se analisar se há:
- fortalecimento do poder dos organismos internacionais, por meio da chantagem às nações mediante subsídios, empréstimos ou banimentos;
- fortalecimento da burocracia interna, para que a agenda possa ser executada em sintonia com o restante do mundo, uma vez que as pautas chegariam prontas ao Parlamento para serem transformadas em leis;
- enfraquecimento das soberanias nacionais e dos direitos naturais dos indivíduos, em decorrência do aumento dos poderes dos organismos internacionais e das burocracias internas;
- concentração dos mercados nas mãos de corporações multinacionais, que possuem maior estrutura para suportar as exigências burocráticas, em detrimento dos pequenos e médios empreendedores, gerando a monopolização do mercado.
Atualmente, a COP-26 reuniu as áreas de saúde, consumo e meio ambiente, todas subordinadas à ideia de sustentabilidade.
Sugestões
Livros
- O Império Ecológico, de Pascal Bernardin;
- Psicose Ambientalista, de Dom Bertrand;
- O Reich Verde, de Drieu Godefridi.
Documentários
- A Grande Farsa do Aquecimento Global;
- Aquecimento Global ou Governança Global?
Nenhum comentário:
Postar um comentário