Intro
Mais uma palestra do saudoso Monir.
Resumo
Elaborado pelo Prof. Monir.
Livros
Práticos
|
no
livro
teórico.
|
Literatura
Imaginativa
|
Conta
uma
história
verossímil.
Convida-nos
a
imaginar
a
experiência.
A
“verdade”
é
a
verossimilhança.
Esquemas
narrativos
são
limitados.
A
experiência
concreta
é
a
trama.
A
trama
é
a
alma
da
história,
segundo
Aristóteles.
Ficção
deve
ser
lida
de
um
só
fôlego,
de
preferência.
Peças
de
teatro
devem
ser
lidas
como
se
as
estivéssemos
dirigindo
a
peça.
Poesia
deve
ser
lida
sem
interrupções
e
em
voz
alta.
De
acordo
com
Aristóteles,
a
poesia
(verso)
é
mais
filosófica
que
a
prosa.
|
História
|
Para
compreender
determinado
período
é
preciso
ler
mais
de
um
livro
sobre
ele.
“A
única
coisa
que
restou
da
Guerra
do
Peloponeso
é
o
relato
que
Tucídides
fez
dela”.
Leia
história
para
entender
todas
as
épocas
e
não
apenas
a
que
você
está
estudando.
O
bom
historiador
combina
o
talento
de
um
contador
de
história
e
de
um
cientista.
|
Biografias
e
Autobiografias
|
Leia
biografias
e
autobiografias
como
história.
Uma
autobiografia
ou
biografia
é
a
história
de
uma
pessoa
real.
Não
é
possível
escrever
uma
autobiografia
inteiramente
verdadeira,
mas
também
não
é
possível
escrever
uma
que
não
contenha
alguma
verdade.
Qualquer
livro
sobre
qualquer
assunto
tem
um
componente
autobiográfico.
|
Ciências
da
Natureza (incluindo
matemática)
|
Para
ler
ciência
é
especialmente
necessário
que
se
defina
o
problema
que
o
autor
tentou
resolver.
Ciência
não
é
cronotópica.
A
ciência é basicamente indutiva, logo é preciso acompanhar a
“experiência” do autor,
o
que
não
é
sempre
possível.
A
ciência
e
a
matemática
têm
linguagem
própria
que
é
preciso
conhecer.
|
Filosofia
|
A
filosofia
tem
dois
grandes
grupos:
teórica
ou
especulativa
e
prática
ou
normativa.
Até
1930,
livros
de
filosofia
eram
escritos
para
o
leitor
em geral;
depois
disso
para
outros
filósofos.
Nem
todas
as
perguntas
que
os
filósofos
se
fazem
são
filosóficas.
Os
estilos
filosóficos
são:
O
diálogo
((Platão)
O
tratado
ou
ensaio
(Aristóteles,
Kant)
O
disputatio
ou
“encontro
de
opostos”
(Tomás
de
Aquino,
escolástica)
A
sistematização
(Descartes
e
Espinoza)
O
aforismo
(Nietzsche
em
“Assim
falou
Zaratustra”)
O
mais
importante
é
descobrir
o
problema
que
o
autor
quer
resolver.
A
filosofia
também
utiliza
terminologia
específica.
Filosofia
lê-se
pensando
sobre
os
mesmos
problemas
que
o
autor
quer
resolver.
É
fundamental
ler
outros
livros
sobre
o
mesmo
tema.
Procure
os
princípios
reguladores
do
autor
e
procure
saber
se
ele
é
fiel
a
eles
todo
o
tempo.
|
Ciências
de Sociedade
|
É
preciso
tomar
cuidado,
porque
interpretações
erradas
mudam
o
mundo.
O
fato
de
as
ciências
sociais
lidarem
com
o
cotidiano
pode
levar
à
pressuposição
do
domínio
do
vocabulário,
o
que
não
é
verdade.
|

Conclusão
Recomendo.
abs!
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