"Adepto do minimalismo extremo, japonês vive com apenas 200 itens"

 



Desde que não seja para aparecer (não sei se é o caso do japa), não vejo problema nenhum em ter poucas coisas. Cada vive a vida como quer.

Historicamente, é possível lembrar que monges e outros religiosos não tinham muito mais que a roupa do próprio corpo como propriedade neste mundo. Santo Antão, por exemplo.

Aqui no blog e no mundo real, sou adepto do minimalismo moderado, algo que defino que permite até cerca de 2000 itens físicos numa casa (itens virtuais podem ser ilimitados). Dei adeus ao excesso de itens vagabundos e hoje só acumulo do bom e do melhor. A sensação é libertadora.

Um dos problemas do bostileiro é acumular lixo. 

Por exemplo, minha tia avó é idosa e junta potinhos de plástico ao infinito dizendo que algum dia pode precisar e a filha dela não consegue convencer a velha a jogar tudo fora.

Acumule apenas o que é bom.

Recomendo a todos.

abs!

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  • https://revistahaus.com.br/haus/estilo-cultura/adepto-do-minimalismo-extremo-japones-fumio-sasaki-vive-com-apenas-200-itens/

2 comentários:

  1. Excesso de coisas pode se tornar um problema e na maioria das vezes é desperdício de dinheiro. Quanto ao número de itens, creio que varia de acordo com o tamanho da casa.
    De qualquer forma, também não vejo sentido é acumular grana e não comprar coisas que se quer. Mas aí esbarra na "gastança" etc.
    Enfim: cada um viva como quiser! Tenho amigo que vive em mansão cheia de móveis caros, tralhas caras em cômodos que, creio, ele nem usa, cozinha de hotel, essas cosias. Logo, perto dele, sou um minimalista miserável.
    Abraços!

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    1. bem, tomara que esse amigo esteja se divertindo, pois a vida passa rápido.

      abs!

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Memento mori...carpe diem!